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Os Benefícios da Meditação

31/10/2013

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Alguma coisa a meditação deve ter de muito especial para ter atravessado todas as épocas da História e ter chegado aos nossos dias com uma aceitação cada vez maior e extravasando do Oriente - onde sempre se praticou – para, a partir da década de sessenta do século XX ter conquistado os países ocidentais! A não ser por obrigação (o que não é o caso na meditação), o ser humano nada faz sem ser movido por uma motivação interior. E normalmente a motivação advém das vantagens, dos benefícios.

Podemos agrupar os benefícios da meditação em três grandes categorias: físicos, psicológicos e espirituais. Note-se que os físicos e os psíquicos estão largamente documentados na literatura da especialidade; para os que valorizam as provas científicas, recomendo a consulta de estudos académicos, entre as quais as das reputadas universidades de Harvard, Stanford e Columbia nos EUA. Globalmente, podemos dizer que a meditação aprofunda significativamente cada processo de cura e é com certeza o passo básico mais importante para o nosso crescimento pessoal, para o desenvolvimento espiritual. A sua prática permite tomarmos o controlo das nossas vidas. São já muitos os hospitais ocidentais em que se utiliza a meditação como coadjuvante da prática terapêutica em várias especialidades, nomeadamente em Psiquiatria, Psicologia, Cardiologia e Oncologia.  

Benefícios Físicos – A meditação aumenta a eficácia do sistema imunitário (pelo que está a ser muito utilizada em Oncologia); melhora a função cardiorrespiratória tornando a respiração equilibrada e profunda assim melhorando a oxigenação e a frequência cardíaca - os batimentos cardíacos e a respiração mais lentos reduzem o consumo de oxigénio pelas células e provoca a sensação de relaxamento e de tranquilidade característica do estado meditativo; a meditação baixa a tensão arterial e ajuda a prevenir as doenças coronárias; reduz a produção das hormonas do stress - o cortisol e adrenalina - além de estimular a produção de endorfinas, neurotransmissores do bem-estar. Melhora a qualidade do sono e contribui para o tratamento da dor crónica. É uma panóplia impressionante que, evidentemente, não agrada à indústria farmacêutica.

Benefícios Psicológicos: A meditação favorece o equilíbrio emocional e é um poderoso coadjuvante no tratamento da ansiedade, da depressão e dos ataques de pânico. Melhora muitíssimo a memória e a capacidade de concentração.

Se associarmos os benefícios psicológicos aos físicos (porque andam intimamente ligados como bem se sabe), um dos distúrbios mais frequentes é o stress; a sua origem radica na ruptura do equilíbrio psicossomático resultante do ritmo acelerado da vida actual; o stress tem um enorme cortejo de manifestações de entre as quais a irritabilidade, a impaciência, a inquietação, a ansiedade, os ataques de pânico, os distúrbios do sono, a dificuldade de concentração, as alterações da memória, as disfunções sexuais, as depressões, o desequilíbrio emocional… Meditar é um dos melhores antídotos contra o stress. Em Harvard, os cientistas, preocupados com a epidemia de ansiedade e o consequente aumento do recurso aos fármacos, estão a promover a união da meditação com a neurociência, demonstrando que a meditação altera áreas do cérebro e produz bem-estar: “2.250 estudantes universitários de Harvard foram submetidos a testes de ressonância magnética, depois de passar por exercícios de meditação. “As imagens revelaram uma ampliação das áreas do cérebro associadas à memória, à aprendizagem e ao equilíbrio emocional e uma redução das áreas ligadas ao stress”.

Os benefícios espirituais, porque de cariz muito mais subjetivo, serão objeto de um artigo à parte.

Experimento em mim muitos dos benefícios mencionados; claro que não se manifestaram do dia para a noite! Alguns, ao fim de alguns meses (o que senti primeiro foi um claro aumento da capacidade de concentração e de memória e um maior controlo emocional), outros, só ao fim de alguns anos… Estes inestimáveis benefícios só se fazem sentir plenamente em resultado de uma prática regular e diária mas não é difícil fidelizarmo-nos à meditação desde que praticada corretamente pois quando começamos a sentir os benefícios que nos traz, a motivação instala-se e a rotina estabelece-se.

Regina Faria - Professora de Meditação

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Muitas vidas, muitos mestres

28/10/2013

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Como psicoterapeuta tradicional o Dr. Brian Weiss sentiu-se espantado e ao mesmo tempo céptico quando uma das suas pacientes começou a recordar traumas de vidas passadas que pareciam conter a chave de pesadelos actuais e ataques de ansiedade. No entanto, esse cepticismo cedeu quando ela começou a canalizar mensagens do "espaço entre vidas" que continham revelações notáveis. Usando a terapia de vidas passadas foi capaz de curar a paciente e iniciar uma nova fase da sua carreira.
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Sabia que a meditação ajuda no alívio da dor?

21/10/2013

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Quem tem como hábito meditar, sente menos dor!

O pesquisador Joshua Grant, do Departamento de Fisiologia da Universidade de Montreal comprovou esta hipótese encostando placas aquecidas nas nucas de 26 pessoas, 13 delas sem contato com a técnica e outras 13 com mais de 1000 horas de experiência em meditação. A placa era aquecida a 46 graus, depois 47, e assim sucessivamente, até 56. Todos os participantes com hábitos de meditação suportaram temperaturas acima dos 52 graus, enquanto os restantes participantes não aguentaram mais do que 50 graus. Mas aonde está o fator diferenciador? O grupo com hábitos de meditação respirou cerca de 12 vezes por minuto, enquanto os restantes 15 vezes por minuto, o que revela um indício de stress maior.

“As pessoas que meditam precisam menos de analgésicos. Sofrem menos pela antecipação da dor”, diz Grant, que, concluiu que o hábito de meditar provocou uma resistência à dor 18% maior. De acordo com um grupo de neurocientistas do Center for Investigating Healthy Minds da Universidade de Wisconsin-Madison, a resistência de quem medita é maior em situações em que o stress influencia diretamente no nível de dor.

Venha comprovar, criando o hábito de meditar!

Maria Melo - Life Coach e Professora de Meditação

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Será que sou normal? Será que estou bem?

15/10/2013

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Às vezes dá consigo a fazer estas perguntas?

O que significa ser normal? O que significa estar bem?

Se tentarmos definir “normalidade” pela positiva, isto é, pelo que poderá ser, e não pelo que não é, ocorre-nos logo que o conceito de normalidade deverá ser transcultural, ou seja não poderá estar vinculado a determinado padrão cultural, deverá incluir aspetos estruturais, que dizem respeito a características muitas vezes herdadas (traços) e processuais, isto é, características mais associadas ao desenvolvimento, (fases, etapas) e à educação e ao meio ambiente, aos diferentes estímulos e interações, o que nos motiva, como nos vamos descobrindo, construindo, posicionando (dimensões), deve também ser uma definição dinâmica (ir sendo com..., e transformando-se a partir de..., num processo de transferência,), dialética (em movimento constante com avanços e recuos, equilíbrios e desequilíbrios). Finalmente, o conceito de “normalidade” deverá incluir o que o próprio sente, reflete e observa sobre si e os outros, e o que os outros observam, sentem e refletem sobre ele.

A desordem não está no desequilíbrio ocasional, que faz parte do processo dinâmico dialético que é a vida, mas apenas em traços extremos, inadaptativos, inflexíveis e/ou causando sofrimento, que impedem o reencontro com o equilíbrio.

Talvez possamos dizer que a noção de normalidade, enquanto torre vertical, deve ser entendida, como mero constructo teórico, utópico, uma vez que, as várias funções (ou necessidades / identidade / níveis / traços - dependendo dos autores -) não necessitam de um equilíbrio vertical (tal como a Torre de Pisa), nem estático, mas tão só de um equilíbrio, que mantenha interceções (pontos de equilíbrio) de vários (fatores, funções, dimensões etc.,)  ou seja sem desregulações ou disrupções do processo de desenvolvimento individual e inter-relacional.

A normalidade estará então na possibilidade e capacidade de (re)encontrar (ir encontrando) um ponto (sucessivos pontos) de equilíbrio gerador(es) de bem-estar, capaz(es) de satisfazer as necessidades do próprio concomitantemente com as necessidades do meio ao longo das várias fases da vida.

Todos nós temos a riqueza e a raridade da Torre de Pisa, variamos no grau de inclinação, no lado, na exposição solar, na ornamentação, no estilo, etc. Esse facto, dá-nos a nossa individualidade. O nosso bem-estar reside na capacidade de convivermos com essa individualidade de forma saudável, mais do que na tentativa desesperada de “sermos direitos”, de “sermos como os outros”, ou de “sermos como um (qualquer utópico) modelo”. O nosso bem-estar reside também na capacidade de evitarmos o desmoronamento, reconhecendo os exageros prolongados e a rigidez, que poderão estar a impedir o reequilíbrio.

Se você tem um sentido para a sua vida e se sente ligado a pessoas, causas e objetivos, se você está em contacto com as suas emoções, ouve-as, aceita-as e decide o que fazer com elas, se é flexível, faz escolhas livres e responsáveis, sabe atender às suas necessidades, assim como às necessidades dos que lhe são próximos, se trata os outros com compreensão e respeito, se gosta de quem é, e o seu sentir, pensar e agir estão em relativa coerência, se aproveita as experiências da vida para crescer e criar um espaço de bem-estar à sua volta, ótimo, você está em equilíbrio. Se algumas destas áreas não estão como você gostaria, e tem dificuldade em perceber o quê, ou em saber o que fazer para melhorar, e, sobretudo, se a situação se arrasta há já algum tempo, talvez esteja na altura de pedir ajuda profissional para reencontrar o seu equilíbrio e bem-estar.

Saber viver connosco e com os outros, eis a dança mais desafiante e fantástica da vida.

Cristina Marreiros da Cunha - Psicóloga e Psicoterapeuta

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Fight Club

13/10/2013

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O Clube de combate é uma invenção de Tyler Durden, um génio anarquista, e são apenas o início dos seus planos de vingança contra um mundo onde jovens saudáveis vão a reuniões de grupos de apoio ao cancro porque apenas aí conseguem encontrar calor humano e compaixão.
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Confiando na Alegria

7/10/2013

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No tempo de Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor disse-lhe que aquilo não dava para comprar nada. Mas quando o vendedor soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, cheio de pena, deu-lhe o óleo. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido: 
“ nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação”.
Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado, mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando um discípulo chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: “Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia” e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse: — Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se atirasse toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.
- Por que não? - Perguntou o discípulo de Buda.
- Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.
Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecido como Luz da Lâmpada.

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O poder do perdão

2/10/2013

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No mundo social em que nos enquadramos e vivemos relacionamo-nos, cuidamos, partilhamos, conquistamos, aprendemos e ganhamos. Tudo faz sentido quando vivemos em relação com o outro. No entanto, a relação não é algo que se adquire de um dia para o outro, é antes um crescimento, feito entre descobertas e em conjunto, onde se dá lugar àquilo que é bom, mas também onde há lugar para se viver aquilo que é mau. Nestas trocas existem discórdias, mal-entendidos, falsas ideias, pensamentos errados, que nos levam muitas vezes a adotar posturas erradas na relação com o outro.

Falemos do perdão. O que é o perdão? Qual o seu verdadeiro significado?

Mais do que uma simples palavra, o perdão é algo que se sente, que se experiência emocionalmente no nosso mundo interno e que acaba por ter reflexo nos nossos comportamentos exteriores.

Ao contrário do que se possa pensar, o ato de perdoar não pressupõe que se esqueça, até porque significaria que estaria disponível para que a mesma situação voltasse a acontecer, mas antes pressupõe-se que se atinja um estado de bem-estar em relação à situação de conflito. É nesta altura, quando se atinge um sentimento de bem-estar, ou seja quando já não há raiva, zanga, tristeza quando se aborda ou pensa sobre a situação de conflito, que o sujeito terá atingido o verdadeiro patamar do perdão.

O perdão pode ser construído a partir da compreensão da atitude do outro que nos tenha magoado, e perceber que os sentimentos de raiva, zanga, acabam por ser nocivos a longo termo para o próprio.

A responsabilidade da mágoa por vezes é de quem magoa, porque o faz de uma forma deliberada e intencional, mas outras vezes também é responsabilidade de quem é magoado. A responsabilidade recai sobre quem é magoado quando este não dá a conhecer ao outro o que realmente o pode magoar, acreditando-se muitas vezes que o outro tem que possuir o dom de adivinhar aquilo que o magoa (sendo este um dos erros mais comuns que leva a desentendimentos).

É importante perdoar, mais que não seja para se libertar de sentimentos destrutivos e que assumem influência no seu dia-a-dia.

Luís Carlos Batista - Psicólogo

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